• A Trajetória de um Guardião Viking

Páginas: 192

Autor(es) : Silvio Ferreira da Costa Mattos

Descrição:

Esta obra mostra de maneira sintética o extenso universo de tramas em que Surgat Krone, um viking dinamarquês, se viu envolvido, até que, na busca de um caminho evolutivo, conseguisse se firmar como um respeitado Exu de Lei: Sete Portas. Na existência terrena, ele era um homem arraigado a um orgulho e a uma arrogância sem igual, prevalecendo-se de algumas vantagens oferecidas por sua natureza física. Ele sempre conquistou tudo o que almejava pelo uso da força bruta e por certas habilidades naturais que o faziam ser superior aos demais elementos de sua tribo. Sua trajetória pós-morte, pelas sendas da expurgação por meio das quais necessitou banir as impurezas de sua alma, é forte exemplo de que a misericórdia divina jamais se nega ao perdão ou abandona os filhos desgarrados do amor. Porém, tal complacência não nos exime de colher aquilo que por nós mesmos foi plantado, pois sabemos que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.

Conheça a trajetória desse guardião viking, o Exu Sete Portas, que, dentro das limitações que suas vibrações atuais lhe permitem, não esconde as máculas carregadas no passado, pois entende que suas revelações servirão de alerta àqueles que ainda ousam descrer da onipotência, da onisciência e da onipresença de Deus.

Release:

Silvio Ferreira da Costa Mattos nasceu em 1º de junho de 1947, na cidade do Rio de Janeiro. Conheceu o Espiritismo ainda na infância, mas optou por seguir o Catolicismo, embora, periodicamente, se visse diante de algum centro espírita e acabasse participando, como espectador, das sessões mediúnicas. Aos 12 anos, acompanhando sua mãe, que se encontrava muito enferma, entrou pela primeira vez em uma tenda de Umbanda, na qual teve contato com uma entidade espiritual, o Preto-Velho João de Aruanda, que, anos depois, passou a ser um dos integrantes de seu grupo de protetores espirituais, na linha de Yorimá. Foi aos 15 anos que sua mediunidade se viu aflorada, mas, por desconhecer essa realidade, passou por longo período influenciado por obsessões espirituais e em conflitos internos por se considerar um católico fervoroso.
Cansado de tanto sofrimento, recorreu ao Espiritismo. Tempos depois, durante as sessões em que passou a atuar como membro da mesa, entidades de outras linhagens, mais propriamente da Umbanda, começaram a se manifestar por meio da psicofonia, entre as quais o Caboclo Ubatuba, que lhe anunciou as diretrizes a serem cumpridas por seu intermédio, como, por exemplo, a de fundar futuramente um templo onde, juntos, exerceriam a caridade e difundiriam o amor universal, a fé e a doutrina dos Orixás com base nos ensinamentos do Evangelho. Dezenove anos depois, Silvio inaugurou a Associação de Pesquisas Espirituais Ubatuba - APEU - Templo de Umbanda Branca do Caboclo Ubatuba, onde permanece como presidente administrativo e diretor espiritual.

A Trajetória de um Guardião Viking

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